Sete Linhas
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Não existe uma lista única e universal das Sete Linhas da Umbanda. O número sete é recorrente, mas autores, escolas e terreiros divergem sobre quais são as linhas, suas regências e sua organização.
1. Por que a expressão é importante
As Sete Linhas tornaram-se uma das formas mais conhecidas de sistematizar a Umbanda. O conceito aparece em literatura religiosa e em doutrinas de diferentes períodos.
2. O problema das tabelas
É comum encontrar na internet uma tabela apresentada como “as Sete Linhas oficiais”. Frequentemente ela corresponde a uma escola específica ou combina classificações distintas.
O projeto não adotará esse procedimento.
3. O que pode variar
Entre sistemas podem variar:
- nomes das linhas;
- Orixás regentes;
- entidades associadas;
- subdivisões;
- cores e elementos;
- interpretação do próprio número sete.
4. Modelo comparativo futuro
A comparação será feita por colunas, preservando cada fonte:
| Fonte/escola | Linha 1 | Linha 2 | Linha 3 | Linha 4 | Linha 5 | Linha 6 | Linha 7 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Modelo A | a pesquisar | ||||||
| Modelo B | a pesquisar |
A tabela só será preenchida depois de consultar diretamente as fontes correspondentes.
5. Sete Linhas e Orixás
Algumas sistematizações associam diretamente as sete linhas a Orixás. Outras utilizam nomes ou categorias diferentes.
6. Sete Linhas e entidades
Mesmo quando uma linha possui regência de Orixá, isso não significa que as entidades daquela linha sejam o próprio Orixá.
7. Valor didático
Comparar sistemas ajuda a entender por que duas pessoas de Umbanda podem usar a mesma expressão — “Sete Linhas” — referindo-se a estruturas diferentes.
Relações
Pesquisa pendente
- Localizar fontes históricas primárias.
- Estudar Leal de Souza em fonte direta.
- Comparar sistematizações posteriores.
- Registrar o modelo do terreiro do estudante apenas quando fornecido.
- Criar Mermaid separado para cada modelo documentado.